Deco Pro Teste
julho 2007  

Em destaque

2200 portugueses elegem as melhores cidades

Viseu, Castelo Branco, Aveiro, Bragança, Viana do Castelo e Braga são as mais apreciadas para viver. Setúbal, Lisboa e Porto são as que mais desagradam aos habitantes.

Entre Outubro e Novembro de 2006, enviámos um inquérito a residentes das 18 capitais de distrito de Portugal Continental. No total, 2170 portugueses responderam e deram a sua opinião sobre diferentes aspectos das cidades onde vivem.

No conjunto, o aspecto positivo mais apontado foi a qualidade da habitação, em especial, pelos habitantes de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Faro, Leiria e Santarém. Logo a seguir, vem a segurança e o combate à criminalidade, que satisfazem os inquiridos de Bragança, Portalegre e Vila Real. Beja e Guarda surgem como as cidades com melhor meio ambiente e menos poluição. Para Setúbal, Viana do Castelo e Viseu foi referida a paisagem urbana.

Quanto aos aspectos negativos, o emprego foi o mais apontado em 10 das 18 cidades. A taxa de desemprego tem vindo a aumentar no último ano, com especial incidência na região Norte e no Alentejo. O planeamento e administração da cidade também foi criticado em várias ci­dades, sobretudo em Braga, Faro, Leiria e Vila Real.

Este inquérito foi realizado em simultâneo com as associações nossas congéneres da Euroconsumers (Espanha, Itália e Bélgica). Das 76 cidades analisadas nos quatro países, Viseu ficou em 17.º lugar e Setúbal em 74.º, precedida apenas por Nápoles e Pa­lermo, em Itália. Bragança salientou-se na classificação internacional por ter a melhor apreciação na qualidade ambiental. Foi também a que revelou apresentar me­nos ruído. Guarda tem o ar mais puro.

Consulte a classificação detalhada das cidades que participaram no estudo e compare-as.

 

Seguros de saúde: muita oferta, pouca qualidade

A maioria dos planos privados não vale o que paga. O elevado número de exclusões, os períodos de carência e a duração anual dos contratos retiram-lhes muita utilidade.

Apesar das limitações, os seguros de saúde podem ser uma alternativa ao Serviço Nacional de Saúde para situações inesperadas e despesas de elevado valor, como consultas da especialidade, internamentos e partos.

Em resposta ao aumento da procura, assistimos nos últimos anos à diversificação da oferta, com a criação de planos para todas as bolsas. Mas a escolha da apólice não se deve reger só pelo preço. Os planos baratos são geralmente mais limitados. A maioria exclui tratamentos de obesidade e prevê comparticipações baixas para despesas como estomatologia, lentes e óculos graduados, etc.

Mesmo os planos mais caros têm problemas graves que podem reduzir a sua utilidade. Estão quase interditos a seniores, na medida em que a maioria das coberturas se extingue aos 65 anos, têm muitas exclusões e períodos de carência alargados.

Se já contratou um plano privado e quer saber como ficou classificado ou compará-lo com os que recomendamos, consulte o nosso teste. Se concluir que vale a pena mudar, tem 30 dias antes do fim do contrato para comunicar esta decisão à companhia, por carta registada e com aviso de recepção.

 

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